Author name: Saara Nousiainen

Reencarnação

A CIÊNCIA MATERIALISTA É MANCA

Em seu ensaio “Ciência e Religião”, publicado em 1941, Albert Einstein disse: “A ciência sem religião é manca; a religião sem ciência é cega”. Essa ideia reflete seu pensamento de que ciência e espiritualidade não precisam ser vistas como opostos, mas podem se complementar. A evolução do conhecimento no mundo cristão acabou provocando o rompimento entre a religião e a ciência no século XIX. Os que não eram detentores da fé cega não podiam mais aceitar aquelas crenças antigas sobre Deus, a criação do universo e da vida etc., e a maioria deles, por não terem melhores respostas a seus questionamentos, passaram a negar tudo que pudesse ter “aura de religião ou espiritualidade”, tornando-se ateus ou agnósticos. Diante disso, o materialismo passou a constituir a base da ciência, que acabou se cristalizando numa bolha de negação sistemática a quaisquer conhecimentos transcendentais, desconsiderando o fato de que, ao fechar-se assim, estava negando a si mesma, já que a sua característica é a busca, não a simples negação. Em meados do século XIX, notadamente nos EUA e na Europa, começaram a ocorrer fenômenos paranormais em larga escala e aqueles que os manifestavam diziam ser espíritos. Em pouco tempo, tais ocorrências acabaram se transformando em jogos de salão, principalmente na França e na Inglaterra. Nesses jogos faziam-se perguntas aos “espíritos”, recebendo deles as devidas respostas. Diante da celeuma que crescia em torno dos fenômenos, William Crookes, um dos membros mais respeitados da Royal Society do Reino Unido, com várias contribuições importantes para a Química e a Física, sendo um dos cientistas mais influentes do século XIX, foi solicitado por seus pares a pesquisar aqueles fenômenos, no intuito de ‘desmistificá-los’. Assim, após três anos e meio de pesquisas, junto com vários colegas cientistas, estudando profundamente o fenômeno de materialização de espíritos, em todas as formas possíveis, informou seus pares sobre o resultado das pesquisas realizadas, concluindo: “Não digo: isto é possível; digo: isto é real”. Diante disso, por ter afrontado o “status quo”, desestabilizando algumas bases da ciência materialista, Crookes, como seria de se esperar, foi muito perseguido, inclusive, com seus próprios pares buscando desacreditá-lo das mais diversas formas. Por essa época, na França, Hippolyte Léon Denizard Rivail, professor de Ciências, Matemática e Astronomia, autor de diversas obras didáticas adotadas pelas universidades do país, também passou a pesquisar tais fenômenos, fazendo perguntas aos espíritos e recebendo as respostas através da psicografia, principalmente de duas adolescentes, com 14 e 16 anos de idade. Assim, em 1857, usando o pseudônimo Allan Kardec, Rivail publicou “O Livro dos Espíritos”, com 1019 perguntas feitas aos Espíritos e suas respostas. Esse livro e os outros que se lhe seguiram, representam a codificação do Espiritismo, contendo verdadeiro universo de informações e conhecimentos que transcendem as barreiras da matéria e dos cinco sentidos, com esclarecimentos sobre Deus em sua inimaginável grandeza, a perfeição das leis universais, a Vida e clareando intrincadas questões da alma humana. Essa atualização nas bases da fé, entretanto, era de molde a abalar o formidável poderio das religiões cristãs em sua postura de representantes de Deus e detentores das chaves do Céu, por mostrar ao ser humano que ele é seu próprio condutor e que tão somente suas posturas, ante as leis divinas, é que irão definir sua situação, feliz ou infeliz, depois da morte do corpo físico. Por conseguinte, como era de esperar, essa atualização, ou seja, o Espiritismo, sofreu fortíssima perseguição e continua sofrendo como, por exemplo, quando, do alto de muitos púlpitos, se ouve afirmações assim: “Tomem muito cuidado com o Espiritismo porque se trata de uma artimanha de Satanás a fim de levar vocês para o Inferno”. Apesar de tudo, no entanto, grande número de cientistas continua desenvolvendo pesquisas no campo da Ciência Plena, ou seja, a Materialista aliada à Transcendental, essa que ultrapassa os limites da matéria e dos cinco sentidos, em busca de conhecimentos em outros níveis, ou seja, a Ciência da Vida. Em vista disso, ela vem se fortalecendo cada vez mais e apresentando excelentes resultados com o avanço de tecnologias que já permitem detectar realidades antes invisíveis e intangíveis. Também a Física Quântica, por exemplo, ao revelar a existência de universos paralelos, a se desdobrarem em inúmeras faixas vibratórias, confirma cientificamente a possibilidade de existir um Mundo ou Dimensão Espiritual, largamente informada e descrita pelos Espíritos. Obs.: Interessados em conhecer grande número dessas pesquisas no âmbito da Ciência Plena podem encontrá-las no livro “O que Acontece Depois da Vida”, publicado no Brasil apenas no formato digital. O download é gratuito.

Evolução Espiritual, Perdão

O GÓLGOTA E O TABOR

Na história do Cristianismo há dois montes que foram palco de situações excepcionais. Um é o Gólgota, onde Jesus foi crucificado; o outro é o Tabor, onde o Mestre encontrou-se com os espíritos materializados de Moisés e Elias. Mas… Por que só o Gólgota é lembrado pelos cristãos e os acontecimentos do Tabor são quase desconhecidos? O que é mais importante: a morte, rápida passagem de uma dimensão para outra, epílogo de uma existência carnal, ou a vida, com tudo o que representa? Jesus tem sido mostrado como o “mártir da cruz”, aquele ser sofredor, açoitado, torturado e crucificado por causa dos nossos pecados; aquele homem-Deus que sofreu todas as dores para resgatar as nossas culpas. Essa idéia de sacrificar alguém em lugar de outrem reflete a mentalidade vigente na antiguidade, também adotada no Antigo Testamento. Ela é muito cômoda, mas absolutamente injusta, partida do egoísmo e hipocrisia humanos. PERGUNTA Sendo Deus onipotente, o máximo poder do universo, autor das leis universais, não poderia simplesmente perdoar os pecados do ser humano, sem necessidade de sacrificar alguém, muito menos um inocente, como Jesus? O ser humano, devido a sua imaturidade espiritual, tem a tendência de procurar sempre alguma saída para não ter de assumir as próprias responsabilidades e responder por seus erros. Foi o que aconteceu em relação a Jesus. Em vez de vê-lo na qualidade de Mestre, que veio ensinar ao ser humano caminhos mais compatíveis com o seu momento evolutivo, acharam melhor transformá-lo no salvador que, através do seu sofrimento, estaria livrando seus seguidores de todos os pecados, resgatando-os mediante o próprio sacrifício. Mas agora já é tempo de começarmos a pensar com mais coerência, porque no mundo atual não mais se justificam tais enganos. Já é tempo de começarmos a refazer nossos conceitos, tornando-os mais coerentes com a realidade. Assim, podemos perceber o erro daquelas velhas ideias de que Jesus teria descido à Terra para morrer na cruz e com seu sofrimento e sua morte, pagar as culpas humanas. PERGUNTA Se você tivesse vários filhos, sendo que apenas um deles fosse uma pessoa boa e correta, e os demais apresentando todos os vícios e maldades que se possa imaginar. Como seria a sua atuação com relação a eles? Iria condenar à morte o filho bom, para com isso sentir-se quitado em relação aos erros dos filhos maus? Jesus veio à Terra na condição de Messias, em missão sacrificial, para nos ensinar um novo caminho, a nova Lei, a nova Ordem: a do Amor. Ele veio para falar sobre a imortalidade da alma e nos ensinar como agir, que atitudes adotar para a nossa salvação, ou melhor, para nossa evolução. Na verdade, não estamos precisando nos salvar porque não estamos perdidos. Estamos sim, precisando evoluir, progredir moral e espiritualmente. Ele veio como um irmão mais velho, para ensinar os mais novos e apontar-lhes os caminhos certos. As ideias que Ele trouxe eram tão inovadoras e difíceis de serem aceitas, que foi necessária a sua morte naquela condição tão dramática para marcar de forma indelével sua passagem pela Terra e seus ensinamentos, todos eles fundamentados no Amor. Esse enfoque não é muito mais coerente com a idéia de um Deus justo e bom? Basta refletir um pouco para concluir que sendo Deus o máximo poder do universo, autor das leis universais, poderia simplesmente perdoar os pecados do ser humano, sem necessidade de sacrificar alguém, muito menos um inocente. PERGUNTA Quanto ao pecado, acredita que Deus teria colocado na programação do ser humano, quando o planejou, inclinações, tendências, desejos ou necessidades, para depois cobrá-lo por essas ações? Se fomos criados por Deus, é claro que Ele nos planejou antes de nos criar. Assim, não faz sentido acreditar que Ele nos tivesse planejado com tendências para o mal. O bem e o mal, na verdade, fazem parte da nossa evolução. É por esses caminhos, através das nossas vivências, das dores e alegrias do cotidiano, que vamos aprendendo as grandes lições da vida, do bom convívio, da fraternidade, enfim, a ciência do bem viver. Mas a Teologia jogou sobre Jesus as nossas responsabilidades, os resgates que são nossos, cuidando de ignorar tudo que Ele ensinara sobre a lei de ação e reação, quando dizia: “Tudo que quiserdes que os homens vos façam, fazei-o também vós”, ou então, quando afirmava, “A cada um será dado de acordo com as suas obras”. Os judeus, desde o início de sua história, estavam acostumados a cometer faltas e repará-las, ou melhor, “apagá-las” com o sacrifício de um animal. Esse tipo de prática foi-lhes ensinado por Moisés porque era adequado ao momento evolutivo daquele povo rude e um tanto primário. Mas observe-se que nos dez mandamentos recebidos no Monte Sinai não há determinações dessa natureza, porque eles refletem os princípios universais da justiça e da ética. Neles não se fala em qualquer tipo de sacrifícios. Fala-se em conduta, em atitudes. São diretrizes. São roteiros de vida para o ser humano, visando a justiça social, a paz e o respeito pelo que é divino. O resgate dos pecados e a busca da complacência dos deuses, através dos sacrifícios, era uma prática bem anterior ao próprio Moisés, mas foi ele quem codificou, para o povo israelita, esses usos, visando “aplacar a ira de Deus” e conseguir que Ele os abençoasse com saúde e bens materiais. PERGUNTAS 1 – Acredita que Deus possa ficar irado com as faltas dos seus filhos imaturos? 2 – Acredita que Deus, caso ficasse irado, iria aplacar sua ira se lhe fosse oferecido o sacrifício de alguns animais? 3 – Será que Deus, a inimaginável Mente Cósmica, poderia sentir-se prazeroso com o cheiro do sangue dos sacrifícios, como é informado na Bíblia? Essa concepção de que Deus estaria sujeito a irar-se ou a sentir prazer com sacrifícios e adorações reflete apenas a fixação do pensamento cristão em crenças primitivas sobre a divindade. PERGUNTA Por que Jesus foi considerado o “cordeiro de Deus”? Os seguidores de Jesus, todos judeus, viram Nele o “Cordeiro de Deus” que

Cristianismo

Netanyahu…Reencarnação de Jeová?

Alguns estudiosos da Bíblia entendem que Jeová não seria propriamente Deus, mas sim, o Espírito Guia do povo hebreu. Isso faz todo sentido, mesmo porque, Jeová jamais poderia ser o Deus Criador do universo, das leis universais, da Vida etc. A Bíblia o mostra como um deus humanizado, que habitava nas tendas dos israelitas, exigia oferendas e sacrifícios, e se comprazia com o cheiro do sangue dos animais que lhe eram sacrificados; era um ser guerreiro que ia à frente dos exércitos israelenses, e pelos países por onde passavam, dava ordens as mais cruéis como, matar toda a população do país, homens, mulheres, velhos, e crianças, levando, é claro, como “despojos de guerra” os animais e tudo o mais que lhes pudesse servir. Na Bíblia, em Números 31:14-15 lemos: “Mas Moisés indignou-se contra os oficiais do exército que voltaram da guerra, os líderes de milhares e os líderes de centenas. “Vocês deixaram todas as mulheres vivas? “, perguntou-lhes. E no versículo 17 continua: “Agora matem todos os meninos. E matem também todas as mulheres que se deitaram com homem, mas poupem todas as meninas virgens para vós”. Horrível, não acha? E aquelas meninas, como ficariam em meio a milhares de soldados ignorantes e brutais, chegados da guerra? Não acredita? Procure na Bíblia. Jeová prometera a seu povo a terra de Canaã e cumpriu a promessa, deixando um rastro de sangue e destruição atrás de si. Netanyahu prometera a seu povo que acabaria com Hamas e está tentando cumprir sua promessa, deixando enorme rastro de sangue, muita destruição e inenarráveis sofrimentos a milhares de pessoas, apesar de todas as pressões e apelos internacionais. Informação da IA: “A situação na Faixa de Gaza é extremamente trágica. Desde o início do conflito em outubro de 2023, mais de 12.300 crianças perderam a vida. A ONU descreveu o conflito como uma ‘guerra contra as crianças’ devido ao alto número de vítimas infantis. É uma situação devastadora que continua a impactar muitas vidas inocentes. A guerra na Faixa de Gaza resultou em mais de 46.876 mortes até agora.” Alguns tentam justificar a atitude de Netanyahu, dizendo que Hamas atacou primeiro. Sem o intuito de tentar defender aquela atitude altamente criminosa do Hamas, é importante, entretanto, procurar conhecer suas raízes, lembrando, por exemplo, que cerca de 700.000 palestinos foram expulsos ou tiveram que fugir de suas casas devido a “guerra da Independência”, após a criação de Israel em 1948, tornando-se refugiados. Mais de 500 vilarejos palestinos foram destruídos ou despovoados, impedindo que os refugiados retornassem. Em muitos casos, as terras e propriedades palestinas foram confiscadas e redistribuídas entre novos colonos judeus. Assim, Israel consolidou sua soberania, enquanto os palestinos ficaram sem um estado próprio. Pergunte à IA, qual é a atual situação dos palestinos… Destarte, é também importante observar que Jeová, suas ordens e leis, assim como os profetas do Antigo Testamento da Bíblia, foram todos atualizados por Jesus que os resumiu num único mandamento, o Amor, que o Império Romano, ao criar a Igreja Católica transformou em rituais, dogmas, sacramentos etc., porque naquela época seria impossível aqueles povos pagãos aceitarem uma religião fundamentada no Amor. (Maiores esclarecimentos sobre esta e outras questões relacionadas à Bíblia e ao Cristianismo, os interessados encontram no livro “A BÍBLIA sob nova luz”, de forma gratuita através do botão abaixo.)

Cristianismo

Por que o cristianismo não melhorou o mundo cristão?

Há três motivos principais: 01 – Jesus, ao atualizar o Antigo Testamento da Bíblia, resumiu toda a Lei e os Profetas em um único mandamento: o Amor:“Mestre, qual é o grande mandamento na lei?”Respondeu Jesus:“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento.E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:36-40) Séculos mais tarde, o Império Romano, ao instituir a Igreja Católica Apostólica Romana por meio dos Concílios, excluiu a figura da Mãe, o Amor materno, atributo feminino da Divindade, tornando-a triplamente masculina: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. E, devido a esse “desequilíbrio” no projeto evolutivo, causado pela ausência desse Amor, não conseguiu conduzir o mundo cristão de forma a torná-lo melhor. 02 – O segundo motivo foi a adoção de dogmas, sacramentos e outras práticas herdadas do paganismo, apresentadas como condições para se alcançar o Céu após a morte – embora nada disso tenha sido ensinado por Jesus. E o pior: elas não induzem o fiel a se tornar melhor. 03 – O terceiro e mais impactante motivo foi a mudança da doutrina da Reencarnação para o dogma da Ressurreição, promovida pela Igreja. A uma pergunta feita ao Copilot – IA do Windows –, a resposta foi a seguinte:“O Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d.C., suprimiu a doutrina da reencarnação em favor do dogma da ressurreição. Essa mudança foi influenciada por razões políticas e pessoais. A imperatriz Teodora, esposa do imperador Justiniano, temia reencarnar como uma escrava negra e impôs sua influência para que a doutrina fosse revisada. Assim, o Concílio adotou a versão oficial da Igreja, baseada em conceitos helenistas de ‘Céu’ e ‘Inferno’, excluindo a reencarnação.A decisão contrariou os ensinamentos do teólogo Orígenes, que reconhecia a existência da alma antes do nascimento e sua dependência de ações passadas.” Portanto, a doutrina da reencarnação foi suprimida e substituída pelo dogma da ressurreição, pela Igreja Católica nesse Concílio. Relembrando: Pelo primeiro motivo – uma religião que não prioriza o Amor como prática essencial na vivência dos fiéis não os conduz a cumprir o maior mandamento deixado por Jesus. Pelo segundo motivo, os dogmas, sacramentos e demais práticas herdadas do paganismo, apresentados como requisitos para o ingresso no Céu após a morte, acabam por isentar os fiéis de qualquer esforço real para se tornarem pessoas melhores. O terceiro motivo refere-se à Reencarnação. Quando se acredita que iremos para o Paraíso após a morte apenas pelo arrependimento, o perdão dos pecados, pela recepção dos sacramentos no momento final etc., deixa de haver a necessidade de nos ocuparmos com algo fundamental – a própria essência dos ensinamentos de Jesus – a vivência do Amor. Quando, no entanto, conhecemos a Reencarnação e a Lei de Causa e Efeito, e compreendemos que responderemos por nossos atos, ainda que em futuras existências, isso muda tudo. Esse, sim, é um conhecimento que nos impulsiona a nos esforçarmos para sermos pessoas melhores. Além disso, tal entendimento nos pacifica em relação a Deus, pois passamos a compreender que nossos sofrimentos e lutas atuais não representam punições divinas, mas são consequências de nossa própria vivência em desacordo com as Leis Cósmicas – ou, ainda, expressam a necessidade de nossa evolução espiritual. Entretanto, é preciso observar que, à época da criação da Igreja Católica, sob o domínio de Roma, não havia condições para a continuidade de uma fé imaterial, como a vivida pelos primeiros seguidores de Jesus. Uma religião fundamentada na vivência do Amor era algo difícil de conceber naquele contexto histórico. Ainda assim, apesar de todas as distorções, foi ela – e, mais tarde, o Protestantismo – que trouxe o Evangelho de Jesus até os nossos dias, sustentando uma fé que, mesmo sendo “cega”, ampara a criatura nas horas difíceis e revigora sua alma nas alegrias a que ela conduz. E… AGORA?  É possível trazer Jesus de volta ao Cristianismo? Em Mateus 22:37-40, ao apresentar o Amor como único mandamento, o Mestre o fez em duas partes, remetendo à ideia de que a Divindade se constitui de dois Aspectos ou Princípios: o Masculino e o Feminino. Vejamos:Primeira parte: Ama a Deus sobre todas as coisas – o Pai.Segunda parte: Ama o próximo como a ti mesmo – a Mãe, o Amor de Mãe. Essa ideia de “Deus – Pai e Mãe” é absolutamente coerente com o bom senso e a razão. Assim, quando a vivência desse tipo de Amor for o principal objetivo das religiões – ou simplesmente dos seres humanos –, a Terra se tornará um mundo justo e bom para todos. Mas, para que isso aconteça, essa carga de pessoas más, conforme explicações de Espíritos de Escol, será expurgada do planeta (após a morte delas), junto com os espíritos perversos e inimigos da Luz, que vêm exercendo tão forte domínio sobre a humanidade. Eles serão exilados em algum mundo primitivo, onde renascerão como filhos daquelas criaturas semelhantes aos “homens das cavernas”, como oportunidade de um recomeço que lhes permita, no decorrer dos milênios, irem se reconstruindo e, novamente, poderem escolher melhor os seus caminhos. Todo esse processo reflete a perfeição da justiça divina, alicerçada no Amor e na Sabedoria. Essa ocorrência profética foi também explicada por Jesus em três de suas parábolas, ao se referir à seleção que separaria os bons dos maus no Juízo Final. Nessas parábolas, a sentença para o destino dos maus foi: “Lançai-os nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.” A expressão “trevas exteriores” define com precisão o exílio em algum planeta distante – e é oportuno lembrar que, ao se deixar a Terra em direção ao espaço, encontra-se apenas escuridão, trevas. São as Leis Divinas conduzindo, com justiça e amor, a evolução dos seres – educando-os, e não os condenando eternamente ao Inferno, como muitos ainda pensam. ********************************** Precisamos de um NOVO CRISTIANISMO para impulsionar os cristãos

Evolução Espiritual

AGENDA MÍNIMA para evoluir

Visando colaborar com deseja evoluir espiritualmente, nesta agenda procurou-se resumir todo o processo evolutivo em apenas sete pontos, sendo quatro essenciais e três complementares. Os pontos essenciais são “estados de espírito”, fundamento de todos os nossos movimentos de vida, pois cuidando desse “clima interior”, estaremos facilitando sobremaneira nossa vivência em atitudes mais condizentes com o conhecimento espiritual que já alcançamos e com o nosso momento evolutivo. O primeiro e mais importante dos “pontos essenciais” é o AMOR, aquele universal, que se assemelha à fonte que oferece suas águas sem escolher a quem. O Amor nos predispõe à mansidão, ao perdão, e a ver o outro com um olhar mais fraterno, mais solidário. A presença de uma pessoa que ama tem o poder de transformar o ambiente onde se encontra, seja no lar, no local de trabalho etc. Mas, para isso esse Amor precisa ser real, verdadeiro, não simulado ou daquele tipo  cultivado apenas em certos momentos e situações. Desenvolver Amor nos estados de espírito é gerar transformação nas profundezas do ser. O segundo ponto é a ALTERIDADE. Pode-se dizer que ela reflete uma leitura mais clara de uma realidade maior, informando-nos de que não somos os “donos da verdade”, e que sempre temos algo a aprender, mesmo com aqueles que poderíamos considerar inferiores a nós. Resumidamente, pode-se dizer que ela representa o respeito que devemos ter para com todos, além da disposição para aceitar e aprender com os que são e pensam diferente de nós. É também a construção da fraternidade apesar das divergências, respeitando-as e procurando aprender com as diferentes opiniões. Mas não significa deixar de discutir, debater, questionar. A discussão, o debate e o questionamento são saudáveis quando se respeita o outro, a sua maneira de ser e de pensar. É, sem dúvida, o veículo capaz de conduzir a humanidade para a tão esperada nova era. Um estado de espírito alteritário nos ajuda a desenvolver humildade e tolerância. O terceiro dos pontos essenciais é a HUMILDADE, ou seja,uma percepção clara da nossa real condição. Nem para mais, nem para menos. Se for para mais, nos levará ao orgulho, porque pensar que somos superiores aos outros, ou mais evoluídos, acarreta envaidecimento. Pela nossa pouca evolução, estamos ainda muito propensos a cair nessas ilusões. Se forçarmos nossa percepção para menos, isto nos levará a uma situação irreal e à diminuição da nossa autoestima, o que também é prejudicial para nossa vida e evolução. Obs. A humildade é uma característica intrínseca dos seres realmente superiores. E lembremos o que disse o Mestre, Jesus: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e tereis paz para vossas almas”. O quarto dos pontos essenciais é o CONTENTAMENTO. É importante, é fundamental desenvolver os valores que nos tornam pessoas melhores, presenças benéficas. Mas, quanto a nós? O que fica faltando para alcançarmos a plenitude? Onde ela se encontra? Está, certamente, no coroamento dos valores da alma, no contentamento, que é nossa vibração de vida. Pense numa pessoa que já tenha adquirido os valores mais nobres do espírito, mas triste, desalentada, arrastando sua cruz vida afora. É como um pássaro de uma só asa. Como levantar voo para novas conquistas espirituais, se falta essa seiva de vida, o contentamento? Desenvolve-lo continuamente nos estados de espírito também representa poderoso recurso para vencer a depressão. Temos, assim, quatro pontos essenciais, que são “estados de espírito” a serem desenvolvidos continuamente, memorizando-os, trazendo-os sempre à mente e procurando senti-los vibrando na intimidade da alma. Chegamos agora aos “pontos complementares”, que estão na mente e na vontade. O primeiro é o EQUILÍBRIO, um dos mais importantes valores do ser, que possibilita maior número de acertos e evita muitas quedas. É irmão gêmeo da sabedoria e deve estar sempre presente em todas as nossas movimentações de vida. Usando de equilíbrio saberemos como agir com Amor, norteando os envolvimentos de forma a não os transformar em algemas, ou em dependência de qualquer natureza. Na “alteridade”, o equilíbrio é fundamental para orientar nossas reflexões, debates ou discussões com serenidade, isenção de ânimo e maturidade, possibilitando gerar as mais acertadas conclusões. Na “humildade” é o suporte necessário para não cairmos nos extremos, sempre prejudiciais. No “contentamento” é o equilíbrio que evita exageros e exibições. Em todos os atos e passos do nosso existir o equilíbrio é valor essencial, porque nos proporciona um alicerce necessário ao correto entendimento de tudo. Representa a maturidade despontando em quem o possui. O segundo dos pontos complementares é o COMPROMISSO. É nos sentirmos comprometidos com as atividades assumidas; comprometidos com nossa própria evolução, priorizando-a em todos os momentos e em quaisquer situações. Mas para que nossos propósitos evolutivos não fiquem só na teoria, é preciso que se transformem em ATITUDES, o último dos pontos complementares. Assim, com estes sete pontos na mente, bem memorizados, é só começar a trazê-los para o cotidiano, procurando desenvolver continuamente estados de espírito afetivos, alteritários, de humildade e de contentamento; ter como diretriz o equilíbrio; comprometer-se com a própria evolução e com as responsabilidades assumidas, e materializar esses propósitos em atitudes.

Apocalipse, Ciência, Evolução Espiritual, Transição Planetária

O mundo vai acabar?

A Terra está passando por um período de transição para um modelo melhor, mas essa ‘passagem’ não está sendo fácil e a ausência de esperança vem levando muitos a desistirem da vida. Por isso, é importante conhecer realidades que nos deixem a convicção de que o mundo não vai se acabar e que, apesar de quaisquer situações ruins, “há luz no final do túnel”. Quanto mais vamos avançando no tempo, mais tênue vai se nos apresentando a esperança de que o mundo se torne melhor, já que tudo só parece piorar. Por uma análise mais profunda, no entanto, embasada na Ciência Plena, em conhecimentos atuais e na Razão, podemos constatar que há um Toque de Esperança a nos mostrar uma luz no final do túnel. MAS… Para podermos avistar essa luz precisamos, antes de tudo, passar a ver Deus, o universo e a Vida, por um novo olhar e não mais por aquele do ser humano primitivo que ainda perdura nos meios cristãos: o do velhinho sentado em um trono, em algum lugar no Espaço, cercado de anjos, arcanjos e dos salvos, criador de tudo e a tudo comandando, atendendo os pedidos de milhões e milhões de pessoas na Terra e mandando uns para o Céu e outros para o Inferno, depois de morrerem. Por uma percepção mais compatível com a evolução atual da humanidade, já podemos pensá-Lo como uma espécie de “Mente Cósmica”, inimaginável em sua grandeza e inalcançável por qualquer instrumento ou mesmo pelos mais avançados cálculos matemáticos, criador e mantenedor do TODO e da Vida. Podemos também pressupor que essa “Mente” se componha de dois Princípios, o masculino e o feminino, ambos se completando e simbolizados nas figuras de Pai e Mãe, mas como unidade, Pai-Mãe. Exemplo: sabe-se que nosso cérebro é formado por dois lados ou hemisférios. O esquerdo comanda o lado direito do corpo e o direito comanda o lado esquerdo. E mesmo com essa troca de lados entre a cabeça e o corpo, continua formada a unidade. Sabe-se, também, que o pensamento racional é atribuído ao hemisfério esquerdo do cérebro, ao passo que o direito é responsável pelo sentimento, e o trabalho mental nessa dualidade ocorre de forma conjugada, não isolada. São duas faces ou aspectos distintos, trabalhando juntos numa atividade coordenada e realizada por ambos. Diríamos que é a unidade formada pela dualidade. Assim, por essa visão transcendental, a Mente Cósmica, ou Deus, seria: Pai-Inteligência e Poder inimagináveis, formulador das Leis, organizador e Criador do Todo, e seu outro Princípio ou aspecto, a Mãe, com sua Sensibilidade, Sabedoria, Amor etc., também em inimagináveis expressões. E teríamos ainda o Filho, o Cosmo, conduzindo como herança os “genes espirituais” dos “Pais” e sendo a manifestação de tudo que há, com tudo que o Cosmo contém e em todos os seus aspectos, inclusive nós mesmos. Assim, por esse novo olhar sobre Deus, tudo passa a ficar diferente. É aquela sensação de pertencimento, uma conscientização que nos retira da posição de pedintes, tornando-nos partícipes e agentes, colocando-nos em nossa verdadeira posição de agentes da Vida e donos de nós mesmos, de nossas escolhas; construtores do nosso presente e futuro, e com todas as possibilidades de viver, aprender, crescer e ser feliz, no rumo da plenitude. É uma nova Luz a iluminar nosso interior, deixando-nos conscientes de que somos parte do Todo, irmãos de todos, de tudo o que vive e do que apenas é.

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